Fomos informados pela Imprensa sobre a Assembleia de Médicos de São Paulo realizada na sede da Associação Paulista de Cirurgiões-dentistas na noite de 30 de junho. Conforme matéria de hoje (01/07) publicada no UOL:
“A paralisação, por tempo indeterminado, afetará apenas uma especialidade médica por vez. Por exemplo: em uma semana, clínicos-gerais deixarão de atender por três dias esses convênios. Na seguinte, é a vez dos oftalmologistas, e assim por diante. São, ao todo, 53 especialidades médicas, o que pode fazer com que a paralisação dure um ano inteiro por meio desse rodízio. O cronograma de paralisação será definido nos próximos 20 dias.”
Consideramos que a Porto Seguro Saúde está deslocada nesta mesma notícia, “Segundo a categoria, entre 2003 e 2009, as operadoras deram um aumento de 44%, em média, índice abaixo da inflação no período. Hoje, dizem, recebem em média R$ 30.” pelos motivos abaixo citados. Porém, se questionados, veicularemos uma nota pela nossa assessoria de imprensa - a RAF Comunicação. Segue a versão oficial:
"A Porto Seguro Saúde esclarece que sempre procura dialogar com os médicos de forma a propiciar as melhores condições de atendimento, respeitando a importância deste profissional na formação do sistema de saúde brasileiro. Apenas para exemplificar, nos últimos dez anos o valor das consultas médicas foi reajustado entre 122% e 141%, percentual superior ao da inflação do período. A Porto Seguro Saúde está entre as empresas que melhor remunera estes profissionais. Ressaltamos ainda que Agência Nacional de Saúde Complementar está analisando a inclusão da cláusula de reajuste dos médicos nos contratos."
Atenciosamente,
Newton Pizzotti
Diretoria Porto Seguro Saúde
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